2009-06-23
Policloreto de vinila (PVC), o polÃmero de imagem ambiental injustamente mais vitimada, poderá desfrutar, em breve, mais simpatia dos adeptos do desenvolvimento sustentável. Essa reviravolta está embutida na receptividade ascendente nos EUA a Bioflex, composto biodegradável de PVC desenvolvido pela indústria Kenrich Petrochemicals. Por seu turno, a empresa Biotech Products, foi constituÃda para licenciar a produção do material na condição de composto ou de aditivo, informa o jornal Plastics News. A composição de Bioflex é puxada por Biochem, formulação rotulada como atóxica e responsável por concretizar a decomposição do biocomposto em aterros. John Sulano,vice-presidente da Biotech, assegura que, uma vez incorporado à resina de PVC convencional, Bioflex colabora para a degradação do vinil ocorrer em prazos curtos como 30 dias. Conforme foi divulgado, o biocomposto é produzido com grade de PVC de alta pureza, partÃculas de carbonato de cálcio, plastificante derivado de vegetal e o pigmento branco dióxido de titânio. Assim, sua composição exibe parcela superior a 80% desprovida de materiais base petróleo e não utiliza metais pesados, amido ou pesticidas. A degradação de PVC aditivado com Bioflex, assinala Sulano na reportagem, ocorre sob condições anaeróbicas, resultando em uma solução de cloreto considerada um fertilizante.